





Dezenas de pessoas percorreram as principais ruas do bairro de Periperi na manhã deste domingo, 15, com faixas e músicas pedindo o fim da violência no subúrbio ferroviário.
A caminhada foi organizada pelo Núcleo em Defesa do Subúrbio Ferroviário (NUDESF), e teve como principal objetivo alertar a população sobre o índice de violência e também mostrar para a grande mídia que o subúrbio não é feito só de violência.
Criado há pouco mais de um mês, o NUDESF (Núcleo em defesa do subúrbio ferroviário), visa mostrar aos órgãos públicos as carências e deficiências de todos os bairros que compõem o subúrbio ferroviário de Salvador.
Para Jair Souza de Carvalho (Over Jhay), um evento como o perifolia, não gera só a violência. Para ele é preciso que a imprensa divulgue e mostre o outro lado da festa, que é a geração de renda e emprego, mesmo que seja informal. “Nós queremos as criticas e as soluções, não apenas as cenas sangrentas” desabafou.
Edson Cerqueira (NUDESF), diz que é muito fácil para a mídia falar de coisas negativas, pois é o que gera audiência. “É preciso sensibilizar as pessoas que no subúrbio tem coisas boas, tem pessoas do bem”, comentou.
A caminhada contou também com a participação da Associação Aisha Vida, que busca angariar fundos para a construção da sede da Fundação Aisha Vida, que pretende prestar assistência a crianças com câncer. De acordo com Margarida Cerqueira Oliveira, a idéia da fundação surgiu depois que a pequena Aisha Cerqueira veio a falecer vitima da doença.
A caminhada foi organizada pelo Núcleo em Defesa do Subúrbio Ferroviário (NUDESF), e teve como principal objetivo alertar a população sobre o índice de violência e também mostrar para a grande mídia que o subúrbio não é feito só de violência.
Criado há pouco mais de um mês, o NUDESF (Núcleo em defesa do subúrbio ferroviário), visa mostrar aos órgãos públicos as carências e deficiências de todos os bairros que compõem o subúrbio ferroviário de Salvador.
Para Jair Souza de Carvalho (Over Jhay), um evento como o perifolia, não gera só a violência. Para ele é preciso que a imprensa divulgue e mostre o outro lado da festa, que é a geração de renda e emprego, mesmo que seja informal. “Nós queremos as criticas e as soluções, não apenas as cenas sangrentas” desabafou.
Edson Cerqueira (NUDESF), diz que é muito fácil para a mídia falar de coisas negativas, pois é o que gera audiência. “É preciso sensibilizar as pessoas que no subúrbio tem coisas boas, tem pessoas do bem”, comentou.
A caminhada contou também com a participação da Associação Aisha Vida, que busca angariar fundos para a construção da sede da Fundação Aisha Vida, que pretende prestar assistência a crianças com câncer. De acordo com Margarida Cerqueira Oliveira, a idéia da fundação surgiu depois que a pequena Aisha Cerqueira veio a falecer vitima da doença.

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