A TV Band Bahia exibe a entrevista com o presidente do PT depois do programa Canal Livre
A jornalista Ludmila Bertié conversa com o presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, no programa Entrevista Coletiva da Band Bahia, que vai ao ar na noite deste domingo, dia 30, logo após o Canal Livre. Único programa do gênero no cenário da TV baiana, o Entrevista Coletiva costuma surpreender o convidado com perguntas quentes sobre os bastidores da política local, garante a apresentadora Ludmila. Confira a participação do dirigente petista, a partir da 23h.
Breve perfil do presidente do PT na Bahia
Jonas Paulo tem 55 anos, é fundador do Partido dos Trabalhadores, onde é dirigente há mais de 20 anos. Militante histórico do partido, teve quatro mandatos no Diretório Nacional e foi coordenador, desde 1989, das campanhas presidenciais de Lula na Bahia. Sua formação política passa pelo movimento da Pastoral da Terra, da Igreja Católica, até o momento de enfrentamento da Ditadura Militar no Brasil, quando foi exilado político e viveu, durante oito anos, entre a Argentina, França, Portugal e Angola. Em Angola, onde ficou mais tempo, trabalhou pela Reforma Agrária e contribuiu para a fundação da República naquele país, participando do MPLA e do governo de Agostinho Neto. Durante o exílio, cursou Sociologia do Desenvolvimento na Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais de Paris, na França. Em 1990, disputou o Senado na chapa petista com o candidato a governador José Sérgio Gabrielli, atual presidente da Petrobras.
Na Codevasf, foi superintendente do órgão e diretor nacional de Revitalização do Rio São Francisco no governo do presidente Lula até o ano de 2008, quando assumiu a presidência do Partido dos Trabalhadores da Bahia, após vencer as eleições internas no último PED.
Da redação, informações de assessoria
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
PED 2010 aponta amadurecimento do PT, diz Jonas Paulo
Um clima de entendimento interno deve prevalecer no processo de eleições diretas do PT (PED) esse ano no Brasil por conta da importância das eleições 2010. Essa é a avaliação do presidente estadual do PT, Jonas Paulo, para quem o amadurecimento do partido apontou uma mesma lógica em estados como a Bahia, Piauí, Santa Catarina e Ceará.
“As lideranças políticas, com a clareza dos objetivos e das estratégias para 2010, além da consciência sobre a responsabilidade do PT nesse processo, buscaram a unidade das forças políticas internas para a composição das instâncias de direção, priorizando o debate político sobre o projeto e a construção das frentes políticas”, disse o dirigente, que disputa a reeleição com uma chapa que integra seis correntes internas do partido - a CNB (Construindo um Novo Brasil), DS (Democracia Socialista), Reencantar, EDP (Esquerda Democrática Popular), Coletivo 2 de Julho, além da AE (Articulação de Esquerda).
Mais quatro candidatos disputam a presidência estadual do PT baiano: Benjamim Souza, da Tendência Marxista; Lourival Lopes, representando a corrente O Trabalho; Maria Conceição, da BS (Brasil Socialista); e Kazuiyuki Nakayama, representando a tendência Movimento PT. Foram inscritas na última segunda-feira (24) um total de seis chapas para a Direção Estadual.
Sobre as demais candidaturas, Jonas Paulo ressalta que “o PT não é um partido de unanimidade; os militantes valorosos representam a expressão de correntes doutrinárias históricas, que, mesmo sendo minoritárias, fazem parte do pluralismo petista”. E conclui: “A despeito desse entendimento entre as forças internas, em que se prioriza o projeto à disputa da máquina partidária, o que importa é que o PED será o momento de aprofundar a discussão sobre as diretrizes centrais do nosso projeto de desenvolvimento, do projeto político, econômico, social e ambiental, a revolução democrática de resgate da cidadania das liberdades civis, do fortalecimento das instituições democráticas e dos movimentos sociais, e da consolidação do processo de mudança na Bahia e no Brasil”.
Da redação, com informações de assessoria
“As lideranças políticas, com a clareza dos objetivos e das estratégias para 2010, além da consciência sobre a responsabilidade do PT nesse processo, buscaram a unidade das forças políticas internas para a composição das instâncias de direção, priorizando o debate político sobre o projeto e a construção das frentes políticas”, disse o dirigente, que disputa a reeleição com uma chapa que integra seis correntes internas do partido - a CNB (Construindo um Novo Brasil), DS (Democracia Socialista), Reencantar, EDP (Esquerda Democrática Popular), Coletivo 2 de Julho, além da AE (Articulação de Esquerda).
Mais quatro candidatos disputam a presidência estadual do PT baiano: Benjamim Souza, da Tendência Marxista; Lourival Lopes, representando a corrente O Trabalho; Maria Conceição, da BS (Brasil Socialista); e Kazuiyuki Nakayama, representando a tendência Movimento PT. Foram inscritas na última segunda-feira (24) um total de seis chapas para a Direção Estadual.
Sobre as demais candidaturas, Jonas Paulo ressalta que “o PT não é um partido de unanimidade; os militantes valorosos representam a expressão de correntes doutrinárias históricas, que, mesmo sendo minoritárias, fazem parte do pluralismo petista”. E conclui: “A despeito desse entendimento entre as forças internas, em que se prioriza o projeto à disputa da máquina partidária, o que importa é que o PED será o momento de aprofundar a discussão sobre as diretrizes centrais do nosso projeto de desenvolvimento, do projeto político, econômico, social e ambiental, a revolução democrática de resgate da cidadania das liberdades civis, do fortalecimento das instituições democráticas e dos movimentos sociais, e da consolidação do processo de mudança na Bahia e no Brasil”.
Da redação, com informações de assessoria
ACM Neto recebe Medalha do Médito Judiciário
O deputado ACM Neto (DEM) será homenageado nesta sexta-feira (28) com a Medalha da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho da Bahia – Comenda Ministro Coqueijo Costa, no Grau Grande Oficial.
A decisão de homenagear o parlamentar baiano foi tomada pelo Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho da Bahia, em reunião ocorrida no último dia 10 de junho. O evento acontecerá às 17h, na sala de sessões Juiz Nylson Sepúlveda, na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5), em Nazaré. Na ocasião, outras personalidades também serão agraciadas com a honraria, que foi comunicada a ACM Neto pelo presidente do TRT5, desembargador Paulino Couto.
Da redação, com informações de assessoria
A decisão de homenagear o parlamentar baiano foi tomada pelo Conselho da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho da Bahia, em reunião ocorrida no último dia 10 de junho. O evento acontecerá às 17h, na sala de sessões Juiz Nylson Sepúlveda, na sede do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5), em Nazaré. Na ocasião, outras personalidades também serão agraciadas com a honraria, que foi comunicada a ACM Neto pelo presidente do TRT5, desembargador Paulino Couto.
Da redação, com informações de assessoria
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Gestão do PMDB em Jequié é pífia, diz deputado
“Esse é o modelo de gestão que o PMDB quer implantar na Bahia?", provocou o petista.
O deputado estadual Isaac Cunha (PT/BA) fez um duro discurso hoje na Assembléia Legislativa da Bahia sobre a administração do prefeito de Jequié, o pemedebista Luiz Amaral. Caos, abandono, demissão de agentes de endemias por telefone, licitações em suspeição, redução de salário de servidores, protestos e paralisações de serviços – esse foi o quadro descrito pelo parlamentar sobre a gestão municipal no município, a qual denominou de “pífia”.
“Esse é o modelo de gestão que o PMDB quer implantar na Bahia? O modelo que está implantado pelo PMDB em Jequié é o pior que aquela cidade pode encarar”, provocou Isaac, que testemunhou, na semana passada, a mobilização de movimentos sociais pedindo o “impeachment” do prefeito pemedebista na Câmara Municipal.
Segundo o deputado, cresce a insatisfação da população com a administração do PMDB de Jequié, que também penaliza o funcionalismo público. “Num total abandono se encontra a cidade na gestão do PMDB. Vi a manifestação de um outro grupo maior de servidores que estava reivindicando e lutando por conquistas que foram retiradas num ato do prefeito, conquistas importantes, inclusive reduzindo salários de diversas categorias de servidores do município”, denunciou Isaac na tribuna da Casa.
Isaac descreveu a situação vexatória que passa o prefeito pemedebista na cidade: “Pasmem, vocês, que, na sexta-feira pela manhã, participando de uma conferência dos assistentes sociais daquela cidade e região, no auditório de um colégio estadual lotado, mais de 500 pessoas, e quando esse prefeito foi convocado para a mesa, foi recebido com vaias”.
Segundo o deputado, a reação da população de Jequié contra a administração de Luiz Amaral é comparável à época em que a sociedade se mobilizou contra a tentativa de privatização da Embasa, durante o governo do PFL. Isaac contou ainda que, no mesmo dia em que o governador Jaques Wagner chegava na cidade para aula inaugural do curso de Medicina da Uesb, os servidores faziam uma paralisação como protesto. “Então, ficam aqui os meus protestos por conta de uma gestão pífia que tem trazido o caos para o nosso município”, finalizou o petista.
Da redação, com informações de assessoria
O deputado estadual Isaac Cunha (PT/BA) fez um duro discurso hoje na Assembléia Legislativa da Bahia sobre a administração do prefeito de Jequié, o pemedebista Luiz Amaral. Caos, abandono, demissão de agentes de endemias por telefone, licitações em suspeição, redução de salário de servidores, protestos e paralisações de serviços – esse foi o quadro descrito pelo parlamentar sobre a gestão municipal no município, a qual denominou de “pífia”.
“Esse é o modelo de gestão que o PMDB quer implantar na Bahia? O modelo que está implantado pelo PMDB em Jequié é o pior que aquela cidade pode encarar”, provocou Isaac, que testemunhou, na semana passada, a mobilização de movimentos sociais pedindo o “impeachment” do prefeito pemedebista na Câmara Municipal.
Segundo o deputado, cresce a insatisfação da população com a administração do PMDB de Jequié, que também penaliza o funcionalismo público. “Num total abandono se encontra a cidade na gestão do PMDB. Vi a manifestação de um outro grupo maior de servidores que estava reivindicando e lutando por conquistas que foram retiradas num ato do prefeito, conquistas importantes, inclusive reduzindo salários de diversas categorias de servidores do município”, denunciou Isaac na tribuna da Casa.
Isaac descreveu a situação vexatória que passa o prefeito pemedebista na cidade: “Pasmem, vocês, que, na sexta-feira pela manhã, participando de uma conferência dos assistentes sociais daquela cidade e região, no auditório de um colégio estadual lotado, mais de 500 pessoas, e quando esse prefeito foi convocado para a mesa, foi recebido com vaias”.
Segundo o deputado, a reação da população de Jequié contra a administração de Luiz Amaral é comparável à época em que a sociedade se mobilizou contra a tentativa de privatização da Embasa, durante o governo do PFL. Isaac contou ainda que, no mesmo dia em que o governador Jaques Wagner chegava na cidade para aula inaugural do curso de Medicina da Uesb, os servidores faziam uma paralisação como protesto. “Então, ficam aqui os meus protestos por conta de uma gestão pífia que tem trazido o caos para o nosso município”, finalizou o petista.
Da redação, com informações de assessoria
Lídice fala sobre o discurso de César Borges
Depois de receber do senador César Borges cópia do discurso que fez sobre cortes no orçamento, com a ressalva de que não houve qualquer ataque a ela, a deputada federal Lídice da Mata (PSB), coordenadora da bancada da Bahia disse que todos estão indignados com os cortes, e que é preciso se articular para obter outras compensações do governo para a Bahia. Mas ela tem o entendimento que os cortes atingiram todos os estados, portanto, não acredita que o senador César Borges realmente pense que existiu o propósito do governo federal de prejudicar os município baianos, em especial Salvador, “até porque, seria um contra-senso, desde quando ele mesmo apóia o governo Lula, o senador João Durval, pai do prefeito de Salvador se elegeu apoiando Lula, o PMDB tem um ministro baiano no governo e o próprio prefeito de Salvador se reelegeu ressaltando o apoio do Presidente, além de que está muito bem com o governador Jaques Wagner. Também não podemos esquecer que a Bahia foi contemplada com 10% do valor do orçamento do PAC”, disse a deputada ressaltando que é defensora do orçamento impositivo, não apenas agora, mas desde quando exerceu o mandato de deputada estadual.
Da redação, com informações de assessoria
Da redação, com informações de assessoria
PMDB baiano não entendeu e foi na contramão, diz Jonas Paulo
O presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, acompanha atentamente o desenrolar da concertação iniciada, na segunda-feira (24), com a reunião entre o presidente Lula, presidentes do PMDB e PT e os líderes desses partidos na Câmara. Ontem, o dirigente passou o dia em Brasília, onde foi saudado por lideranças nacionais do PT como um dos que mais buscou essa movimentação entre Planalto e Direção Nacional do partido em busca de uma coesão da base para a disputa de 2010.
“Entendo que, para o caso da Bahia e do Pará, essa articulação foi tardia. Mas acho fundamental para a construção da nossa aliança nacional saber em que estados efetivamente podemos contar com o PMDB, pois não há verticalização”, disse Jonas Paulo, para quem a tática de dois turnos na Bahia só favorece os adversários do presidente Lula.
Ele disse que os casos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo apontam para o “bom senso”: “A coesão da base no Rio é pela reeleição de Sérgio Cabral (PMDB); no Espírito Santo, o prefeito do PT na capital apoiará um terceiro mandato pemedebista para o governo estadual. Esta é a lógica de construção de palanques vitoriosos da nossa candidatura presidencial nos estados, que, infelizmente, o PMDB baiano não entendeu e foi na contramão”.
Jonas Paulo espera que a agenda dessas reuniões chegue ao PSB, que tem governos apoiados pelo PT em estados como Pernambuco e Ceará, além da liderança do ex-ministro Ciro Gomes. “Essa pauta fortalece a tese de que a eleição nacional tem caráter plebiscitário da disputa de projeto, o País vai comparar oito anos de governo do tucanato e dos demos com o período virtuoso dos dois mandatos do presidente Lula”, concluiu o petista.
Da redação, com informações de assessoria
“Entendo que, para o caso da Bahia e do Pará, essa articulação foi tardia. Mas acho fundamental para a construção da nossa aliança nacional saber em que estados efetivamente podemos contar com o PMDB, pois não há verticalização”, disse Jonas Paulo, para quem a tática de dois turnos na Bahia só favorece os adversários do presidente Lula.
Ele disse que os casos do Rio de Janeiro e do Espírito Santo apontam para o “bom senso”: “A coesão da base no Rio é pela reeleição de Sérgio Cabral (PMDB); no Espírito Santo, o prefeito do PT na capital apoiará um terceiro mandato pemedebista para o governo estadual. Esta é a lógica de construção de palanques vitoriosos da nossa candidatura presidencial nos estados, que, infelizmente, o PMDB baiano não entendeu e foi na contramão”.
Jonas Paulo espera que a agenda dessas reuniões chegue ao PSB, que tem governos apoiados pelo PT em estados como Pernambuco e Ceará, além da liderança do ex-ministro Ciro Gomes. “Essa pauta fortalece a tese de que a eleição nacional tem caráter plebiscitário da disputa de projeto, o País vai comparar oito anos de governo do tucanato e dos demos com o período virtuoso dos dois mandatos do presidente Lula”, concluiu o petista.
Da redação, com informações de assessoria
“Pesquisa prova que governo de Souto foi desastroso”, diz Waldenor
No debate que tem sido travado nas sessões plenárias da Assembléia Legislativa sobre comparação de governos anteriores com a administração atual, o líder do Governo, Waldenor Pereira atacou com forte munição, baseado na pesquisa da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), analisando dados oficias de todo o país. “O estudo revela que o governo de Paulo Souto (DEM) foi um desastre para o estado da Bahia. Piorou a situação da saúde, da educação e do emprego e renda, três principais áreas do desenvolvimento humano, levando o estado da 18ª para a 22ª posição no país, de 2005 para 2006, ficando à frente apenas dos Estados do Amapá, Pará, Piauí, Maranhão e Alagoas”, atacou.
Ao apresentar detalhes da pesquisa, na sessão de hoje (26/08/09), enfatizou que no ranking de 2006 a área da educação na Bahia ficou no 26º lugar, e a saúde, em 23º. Além disso, dos sete estados com variação negativa, quatro foram maiores do que 1% - cabendo à Bahia o recuo mais acentuado, da ordem de 4,2%. “É a configuração de uma administração que se apresentou na mídia como eficiente e competente, mas quando analisada cientificamente revela-se desastrosa”.
Outro dado relevante da pesquisa, frisou o parlamentar, aponta que dos 500 municípios brasileiros de menor índice de desenvolvimento 188 são baianos. “E o mais grave é que em 2005, dos 100 municípios de menor desenvolvimento, 27 eram baianos; em 2006 passaram a ser 34 municípios. Isso revela que no período da administração do governador Paulo Souto, os índices de desenvolvimento dos nossos municípios caíram assustadoramente”. Conforme ainda a pesquisa, dentre os 100 municípios brasileiros com maior índice de desenvolvimento não consta nenhum da Bahia, sequer a capital.
Para o líder, a pesquisa Firjan desmascara totalmente a propaganda enganosa do governo anterior, porque vendia na mídia uma idéia de eficiência inexistente. “Essa pesquisa joga por terra todo o esforço da oposição para caracterizar o governo Paulo Souto como competente”, alfinetou, citando em seguida outros dados do IBGE -Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-, da SEI, o conceituado órgão de estudos estatísticos da da Secretaria Estadual de Planejamento e do IPEA, vinculado ao Ministério do Planejamento.
Para Waldenor Pereira, esses números são resultantes de um modelo concentrador de renda, que privilegiou poucos em detrimento da maioria, ratificando o quadro de desenvolvimento social alarmante encontrado pelo Governador Jaques Wagner, com a Bahia sustentando o título de campeã de analfabetismo e de desemprego, além do maior índice de pobreza nacional, com 1 milhão 400 mil famílias que passaram a ser assistidas pelo programa federal Bolsa Família, e um déficit habitacional que é o terceiro maior do país.
Apesar dos números da pesquisa serem referentes a 2006, último ano do segundo governo Paulo Souto, a Firjan esclareceu que a demora na publicação se deveu à utilização exclusivamente de estatísticas oficiais, e que somente neste ano de 2009 foi possível reuni-las para a análise. A pesquisa está disponibilizada no site www.firjan.org.br.
Da redação, com informações de assessoria
Ao apresentar detalhes da pesquisa, na sessão de hoje (26/08/09), enfatizou que no ranking de 2006 a área da educação na Bahia ficou no 26º lugar, e a saúde, em 23º. Além disso, dos sete estados com variação negativa, quatro foram maiores do que 1% - cabendo à Bahia o recuo mais acentuado, da ordem de 4,2%. “É a configuração de uma administração que se apresentou na mídia como eficiente e competente, mas quando analisada cientificamente revela-se desastrosa”.
Outro dado relevante da pesquisa, frisou o parlamentar, aponta que dos 500 municípios brasileiros de menor índice de desenvolvimento 188 são baianos. “E o mais grave é que em 2005, dos 100 municípios de menor desenvolvimento, 27 eram baianos; em 2006 passaram a ser 34 municípios. Isso revela que no período da administração do governador Paulo Souto, os índices de desenvolvimento dos nossos municípios caíram assustadoramente”. Conforme ainda a pesquisa, dentre os 100 municípios brasileiros com maior índice de desenvolvimento não consta nenhum da Bahia, sequer a capital.
Para o líder, a pesquisa Firjan desmascara totalmente a propaganda enganosa do governo anterior, porque vendia na mídia uma idéia de eficiência inexistente. “Essa pesquisa joga por terra todo o esforço da oposição para caracterizar o governo Paulo Souto como competente”, alfinetou, citando em seguida outros dados do IBGE -Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-, da SEI, o conceituado órgão de estudos estatísticos da da Secretaria Estadual de Planejamento e do IPEA, vinculado ao Ministério do Planejamento.
Para Waldenor Pereira, esses números são resultantes de um modelo concentrador de renda, que privilegiou poucos em detrimento da maioria, ratificando o quadro de desenvolvimento social alarmante encontrado pelo Governador Jaques Wagner, com a Bahia sustentando o título de campeã de analfabetismo e de desemprego, além do maior índice de pobreza nacional, com 1 milhão 400 mil famílias que passaram a ser assistidas pelo programa federal Bolsa Família, e um déficit habitacional que é o terceiro maior do país.
Apesar dos números da pesquisa serem referentes a 2006, último ano do segundo governo Paulo Souto, a Firjan esclareceu que a demora na publicação se deveu à utilização exclusivamente de estatísticas oficiais, e que somente neste ano de 2009 foi possível reuni-las para a análise. A pesquisa está disponibilizada no site www.firjan.org.br.
Da redação, com informações de assessoria
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Cinco candidatos à presidência e 6 chapas disputam Direção Estadual do PT na Bahia
O prazo de inscrições para a disputa do PED, as eleições internas para direção estadual do PT, se encerrou ontem, dia 24/08, com o registro de cinco candidaturas à presidência estadual e seis chapas com suas respectivas teses. Cerca de 71 mil filiados aptos, além de votar para o presidente, escolherão uma chapa com 59 nomes para compor a próxima direção baiana.
Segundo o secretário de Organização do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, esse processo interno democrático fortalece ainda mais a união partidária. “Mesmo prevalecendo a coalizão das maiores correntes em torno de uma chapa, surgem nomes para disputar, nomes de lideranças com histórias de vida e de luta política que orgulham a todos nós, pois o PT tem como característica ser um partido de massa”, afirmou o dirigente.
A chapa Partido Unido e Forte reúne o maior número de tendências em torno da reeleição do presidente Jonas Paulo. São elas: CNB (Construindo um Novo Brasil), dos deputados Zezéu Ribeiro, Geraldo Simões e Emiliano José e do presidente da CUT-Bahia, Martiniano Costa; DS (Democracia Socialista), que agrega nomes como os secretários estaduais Walter Pinheiro (Seplan), Afonso Florence (Sedur) e Robinson Almeida (Comunicação); Reencantar, do secretário Rui Costa (Serin) e prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho; EDP (Esquerda Democrática Popular), integrada, entre outros, pelo secretário estadual Nelson Pelegrino (SJCDH) e pela vereadora Marta Rodrigues; Coletivo 2 de Julho, do deputado Luiz Alberto e do vereador Moisés Rocha; além da AE (Articulação de Esquerda), do secretário Valmir Assunção (Sedes) e do superintendente do Ministério da Pesca na Bahia, Marcelino Gallo.
As outras chapas são: Militante e Socialista, representada pela Tendência Marxista (TM), cujo candidato à presidência é Benjamim Souza; Terra, Trabalho e Soberania, da corrente O Trabalho, que tem como candidato Lourival Lopes; Contraponto Socialista, da tendência BS (Brasil Socialista), com a candidatura de Maria Conceição; e Militante Merece Respeito, composta da tendência Movimento PT, cujo candidato é Kazuiyuki Nakayama.
Também está na disputa a chapa denominada Militância Petista, que apóia o atual presidente. Ela é formada por integrantes do Setorial de Meio Ambiente do partido, que tem como referência o diretor geral do INGÁ (Instituto de Gestão das Águas e Clima), Júlio Rocha.
Para o secretário de Organização, o processo explicita o exercício da democracia interna e o respeito aos filiados do PT. “O partido que faz eleições diretas é um partido que não tem dono. O voto do presidente Lula tem a mesma importância e peso de qualquer filiado”, afirma Everaldo.
Ele informa que, na votação, serão eleitos também os delegados para o Congresso Estadual e Nacional do partido, que vão ocorrer em 2010. “Nesses encontros, definiremos a política para o processo eleitoral e diretrizes de governo. O Congresso da Bahia será um dos maiores do País, com participação de 700 delegados”, diz o dirigente, para quem o partido sairá do PED unido para os congressos, “garantindo a continuidade do projeto que mudou o Brasil com Lula e está mudando a Bahia com Wagner”.
O PED acontece no dia 22/11 em todos os municípios onde tem diretórios municipais. Os filiados de todo o País escolherão, por voto, os próximos mandatos das direções Nacional, Estadual e Municipal. Em Salvador, ainda acontece a eleição das 20 zonais do PT espalhadas pela cidade.
Da redação, com informações de assessoria
Segundo o secretário de Organização do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, esse processo interno democrático fortalece ainda mais a união partidária. “Mesmo prevalecendo a coalizão das maiores correntes em torno de uma chapa, surgem nomes para disputar, nomes de lideranças com histórias de vida e de luta política que orgulham a todos nós, pois o PT tem como característica ser um partido de massa”, afirmou o dirigente.
A chapa Partido Unido e Forte reúne o maior número de tendências em torno da reeleição do presidente Jonas Paulo. São elas: CNB (Construindo um Novo Brasil), dos deputados Zezéu Ribeiro, Geraldo Simões e Emiliano José e do presidente da CUT-Bahia, Martiniano Costa; DS (Democracia Socialista), que agrega nomes como os secretários estaduais Walter Pinheiro (Seplan), Afonso Florence (Sedur) e Robinson Almeida (Comunicação); Reencantar, do secretário Rui Costa (Serin) e prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho; EDP (Esquerda Democrática Popular), integrada, entre outros, pelo secretário estadual Nelson Pelegrino (SJCDH) e pela vereadora Marta Rodrigues; Coletivo 2 de Julho, do deputado Luiz Alberto e do vereador Moisés Rocha; além da AE (Articulação de Esquerda), do secretário Valmir Assunção (Sedes) e do superintendente do Ministério da Pesca na Bahia, Marcelino Gallo.
As outras chapas são: Militante e Socialista, representada pela Tendência Marxista (TM), cujo candidato à presidência é Benjamim Souza; Terra, Trabalho e Soberania, da corrente O Trabalho, que tem como candidato Lourival Lopes; Contraponto Socialista, da tendência BS (Brasil Socialista), com a candidatura de Maria Conceição; e Militante Merece Respeito, composta da tendência Movimento PT, cujo candidato é Kazuiyuki Nakayama.
Também está na disputa a chapa denominada Militância Petista, que apóia o atual presidente. Ela é formada por integrantes do Setorial de Meio Ambiente do partido, que tem como referência o diretor geral do INGÁ (Instituto de Gestão das Águas e Clima), Júlio Rocha.
Para o secretário de Organização, o processo explicita o exercício da democracia interna e o respeito aos filiados do PT. “O partido que faz eleições diretas é um partido que não tem dono. O voto do presidente Lula tem a mesma importância e peso de qualquer filiado”, afirma Everaldo.
Ele informa que, na votação, serão eleitos também os delegados para o Congresso Estadual e Nacional do partido, que vão ocorrer em 2010. “Nesses encontros, definiremos a política para o processo eleitoral e diretrizes de governo. O Congresso da Bahia será um dos maiores do País, com participação de 700 delegados”, diz o dirigente, para quem o partido sairá do PED unido para os congressos, “garantindo a continuidade do projeto que mudou o Brasil com Lula e está mudando a Bahia com Wagner”.
O PED acontece no dia 22/11 em todos os municípios onde tem diretórios municipais. Os filiados de todo o País escolherão, por voto, os próximos mandatos das direções Nacional, Estadual e Municipal. Em Salvador, ainda acontece a eleição das 20 zonais do PT espalhadas pela cidade.
Da redação, com informações de assessoria
ACM Neto prevê guerra contra nova CPMF
O plenário da Câmara será palco nos próximos dias de uma verdadeira batalha entre governo e oposição. Com argumento de que precisam de mais recursos para a saúde, governistas prometem partir para o ataque pela aprovação de nova CPMF, batizada de Contribuição Social para a Saúde (CSS). Esse ímpeto da base ainda depende, no entanto, da confirmação da liberação das emendas parlamentares por parte do Planalto, que invariavelmente utiliza desse artifício para garantir a aprovação de projetos. Apesar de toda a munição dos governistas, integrantes da oposição prometem cerrar fileiras contra o imposto além de trazer a população para o centro do debate.“O DEM impediu a recriação da CPMF antes, numa vitória da sociedade e uma derrota imposta ao governo federal, e vai agora utilizar de todos os mecanismos possíveis para inviabilizar novamente a proposta, capitaneada pelo PMDB”, avisou o deputado ACM Neto (DEM). O parlamentar baiano era o líder do Democratas quando a proposta de recriação da CPMF foi rejeitada pelo Congresso Nacional em dezembro de 2007. Hoje (25), o DEM já entrou em obstrução na Câmara Federal contra a CSS. "O governo gasta mal, tem muitos ministérios e sempre arruma dinheiro para criar cargos para o PT e o PMDB. Agora, fica dizendo que falta dinheiro para a saúde. É uma grande contradição", salientou ACM Neto. Para o deputado, não é preciso criar mais um imposto para melhorar a saúde no Brasil. “A questão não é falta de dinheiro, mas sim de gestão. O governo pode economizar nos gastos excessivos para investir mais na saúde, mas prefere ter muitos cargos para fazer politicagem”, declarou Neto, que não era deputado quando a CPMF foi criada, na gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).“A sociedade brasileira não tolera mais criação de impostos. Queremos é redução de impostos. A CPMF era um imposto injusto pois todo mundo pagava a mesma alíquota, do pobre ao rico, do empresário ao trabalhador. Além disso, a CPMF não resolveu o problema da saúde no Brasil. Se a CPMF fosse a solução, teria resolvido e toda a população teria acesso à saúde pública de primeiro mundo”, acrescentou Neto.
Da redação, com informações de assessoria
Da redação, com informações de assessoria
Participação Popular debate os direitos das empregadas domésticas
A coordenadora da Bancada da Bahia, deputada Lídice da Mata (PSB-BA) participa , nesta quarta-feira (26), às 21h30 do debate sobre os direitos das empregadas domésticas na TV Câmara, ao lado da deputada Emília Fernandes (PT-RS) e de outros especialistas no assunto.
Existem hoje no país cerca de oito milhões de trabalhadores domésticos, segundo estimativa da Federação Nacional da categoria. O Participação Popular reuniu empregadas, patrões e representantes da Secretaria Especial da Mulher do Governo Federal e de ONGs para debater os direitos das empregadas e o que pode ser modificado na legislação. A resistência por mudanças é maior do que se pensa.
As empregadas domésticas querem ter direitos trabalhistas iguais aos demais trabalhadores brasileiros. Até hoje elas não têm direitos como o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) e a multa de 40% sobre seu saldo, em caso de demissão sem justa causa, salário família, horas-extras, adicional noturno, seguro-desemprego e várias outras conquistas.
Da redação, com informações de assessoria
Existem hoje no país cerca de oito milhões de trabalhadores domésticos, segundo estimativa da Federação Nacional da categoria. O Participação Popular reuniu empregadas, patrões e representantes da Secretaria Especial da Mulher do Governo Federal e de ONGs para debater os direitos das empregadas e o que pode ser modificado na legislação. A resistência por mudanças é maior do que se pensa.
As empregadas domésticas querem ter direitos trabalhistas iguais aos demais trabalhadores brasileiros. Até hoje elas não têm direitos como o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) e a multa de 40% sobre seu saldo, em caso de demissão sem justa causa, salário família, horas-extras, adicional noturno, seguro-desemprego e várias outras conquistas.
Da redação, com informações de assessoria
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Bancada está mobilizada para garantir votação de Estatuto de Igualdade
Os deputados petistas membros da Comissão Especial constituída para analisar o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05) estão mobilizados na construção de acordo acerca de pontos divergentes que emperram a votação do texto. Reunião realizada nesta quarta-feira (19) com o ministro da Igualdade Racial, Edson Santos, com movimentos sociais e parlamentares, debateu a resistência da bancada ruralista à inclusão da garantia dos direitos das comunidades quilombolas.
Segundo o deputado Luiz Alberto (PT-BA) os movimentos sociais defendem que a posse da terra para remanescentes de quilombos seja garantida no estatuto. Ele avalia que, sem acordo, dificilmente o estatuto seria aprovado. “Por isso sugerimos o adiamento da votação prevista para esta quarta-feira a fim de seguirmos tentando construir uma negociação até chegar numa posição minimamente aceitável por todos”, disse. A previsão é de que a proposta seja votada na próxima quarta, 26.
Luiz Alberto sinalizou para a importância do papel do governo na discussão do texto uma vez que a aprovação do estatuto consolidará as políticas já adotadas para o setor. “O estatuto consolida essas políticas do ponto de vista de transformá-las em políticas de Estado, não de Governo. Como exemplo temos as cotas das universidades; a política de saúde para a população negra, que já é uma realidade constituída no Sistema Único de Saúde (SUS) mas, precisamos transformá-las em políticas de Estado”, recomendou.
Os deputados Carlos Santana (PT-RJ) , Janete Pietá (PT-SP), e Vicentinho (PT-SP), também reuniram-se com o ministro Edson Santos. Vicentinho lembrou que o estatuto é complexo, amplo e busca dar dignidade à comunidade negra, seja, na educação, no esporte, na cultura, no emprego. “Não podemos abrir mão disso. Por esta razão estamos construindo bons diálogos na expectativa de que, na próxima quarta-feira, votemos o projeto definitivamente, na comissão”, disse.
Para o ministro Edson Santos a atuação da bancada do PT cria um ambiente que possibilita a votação do projeto na Comissão Especial. “ O empenho da bancada do PT dá segurança de que teremos êxito na aprovação do estatuto’, analisou.
Da Redação, com informações de assessoria
Segundo o deputado Luiz Alberto (PT-BA) os movimentos sociais defendem que a posse da terra para remanescentes de quilombos seja garantida no estatuto. Ele avalia que, sem acordo, dificilmente o estatuto seria aprovado. “Por isso sugerimos o adiamento da votação prevista para esta quarta-feira a fim de seguirmos tentando construir uma negociação até chegar numa posição minimamente aceitável por todos”, disse. A previsão é de que a proposta seja votada na próxima quarta, 26.
Luiz Alberto sinalizou para a importância do papel do governo na discussão do texto uma vez que a aprovação do estatuto consolidará as políticas já adotadas para o setor. “O estatuto consolida essas políticas do ponto de vista de transformá-las em políticas de Estado, não de Governo. Como exemplo temos as cotas das universidades; a política de saúde para a população negra, que já é uma realidade constituída no Sistema Único de Saúde (SUS) mas, precisamos transformá-las em políticas de Estado”, recomendou.
Os deputados Carlos Santana (PT-RJ) , Janete Pietá (PT-SP), e Vicentinho (PT-SP), também reuniram-se com o ministro Edson Santos. Vicentinho lembrou que o estatuto é complexo, amplo e busca dar dignidade à comunidade negra, seja, na educação, no esporte, na cultura, no emprego. “Não podemos abrir mão disso. Por esta razão estamos construindo bons diálogos na expectativa de que, na próxima quarta-feira, votemos o projeto definitivamente, na comissão”, disse.
Para o ministro Edson Santos a atuação da bancada do PT cria um ambiente que possibilita a votação do projeto na Comissão Especial. “ O empenho da bancada do PT dá segurança de que teremos êxito na aprovação do estatuto’, analisou.
Da Redação, com informações de assessoria
sábado, 22 de agosto de 2009
Presidente do PT / BA diz que Senado tem que ser passado a limpo
Para o presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo, a crise do Senado preconiza a necessidade de se fazer a reforma política, colocando em discussão a sua condição de colegiado revisor e a titularidade do mandato para os eleitos. "A crise do senado é política, de legitimidade e de representatividade. As questões de natureza ética perduram há anos, como a forte repercussão da violação do seu painel de votação, além de a Casa conviver com um contrasenso de dar assento a um número elevado de suplentes que nunca receberam um voto", afirmou o dirigente.
Ele acredita que a sociedade tem a grande oportunidade de mudar o perfil do Senado em 2010: "Na próxima eleição, a Casa pode ter uma renovação de dois terços, o Senado tem que ser passado a limpo".
Jonas Paulo defende ainda a unicameralidade, sem prejuízo à exitência do Senado, por isso vê a crise como um problema crônico da Casa legislativa e não de um de seus membros. "O que a oposição tenta, ao transformar a crise como nacional e de governo, é desfocar o óbvio: que a afirmação de princípios éticos na política passa necessariamente pela revisão do Senado e não apenas pelo julgamento de um ou outro integrante da Casa", afirmou o petista.
Da redação, com informações de assessoria
Ele acredita que a sociedade tem a grande oportunidade de mudar o perfil do Senado em 2010: "Na próxima eleição, a Casa pode ter uma renovação de dois terços, o Senado tem que ser passado a limpo".
Jonas Paulo defende ainda a unicameralidade, sem prejuízo à exitência do Senado, por isso vê a crise como um problema crônico da Casa legislativa e não de um de seus membros. "O que a oposição tenta, ao transformar a crise como nacional e de governo, é desfocar o óbvio: que a afirmação de princípios éticos na política passa necessariamente pela revisão do Senado e não apenas pelo julgamento de um ou outro integrante da Casa", afirmou o petista.
Da redação, com informações de assessoria
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Marina faz crescer procura pelo PV

A onda verde que ganhou força com a provável candidatura presidencial da senadora Marina Silva pelo PV parece ter chegado de vez em Pernambuco. A repercussão de uma terceira via encabeçada pela ex-ministra de Meio Ambiente gerou impacto imediato no diretório estadual do Partido Verde em Pernambuco, onde já cresceu a procura de pessoas interessadas em filiar-se à legenda da moda.O presidente estadual da sigla e um dos principais articuladores da possível adesão de Marina Silva ao PV, Sérgio Xavier, disse ter registrado um movimento espontâneo de pessoas que se identificaram com a nova diretriz da legenda, baseada da defesa do desenvolvimento sustentável e da independência partidária. "Eu tenho recebido muitas ligações, e-mails, mensagens no celular e até perguntas no twitter (rede social na internet) de pessoas que estão interessadas em saber como é possível participar das atividades do partido. Trata-se de um interesse espontâneo de pessoas que não procuram o partido visando obter interesses pessoais no futuro", disse ele.
Comparando com outras legendas maiores, o PV ainda tem um estrutura modesta no estado, mas a direção está reestruturando os 77 diretórios locais para preparar o partido para 2010. O número de filiados ainda é desconhecido pelo diretório estadual, que vem apostando na internet para atrair adeptos, uma vez que no site do partido é possível registrar filiação sem sair de casa. Hoje, os verdes contam com 33 vereadores e um deputado estadual (Lucrécio Gomes) em Pernambuco.Vice-presidente estadual da sigla, o vereador do Recife Daniel Coelho lembra que o "movimento de refundação do PV" começou em dezembro do ano passado, quando a antiga direção local da legenda caminhava para uma adesão ao governo do estado e foi trocada por um grupo que defende a independência do partido. O estopim do "motim interno" foi o apoio à candidatura de Cadoca (PSC) a prefeito do Recife. "A imagem era de um partido como todos os outros. Hoje, temos um projeto bem definido. Aconteceu uma reaproximação de quadros que estavam afastados e estamos sendo procurados por pessoas interessadas nesse projeto, especialmente por professores, ambientalistas e estudantes", disse Coelho.Candidatos locais - Além de Marina Silva na dianteira nacional, a chapa verde deve contar com candidatos próprios a governador e a senador por Pernambuco. "Teremos palanques completos nos estados e chapas proporcionais atraentes", reforça Daniel Coelho, que descarta a coligação com partidos alinhados nacionalmente com as candidaturas a presidente pelo PT ou PSDB.Se o discurso verde parece cada vez mais oportuno, na prática o partido terá que superar várias dificuldades, como o pouco tempo disponível no horário eleitoral da TV (cerca de 2 minutos) e a dependência do "fator Marina" para emplacar a candidatura própria. "Existem outros partidos da periferia (política) que têm procurado a gente. Afinal, o nome de Marina anima, motiva", afirma Sérgio Xavier, sugerindo uma composição com siglas pequenas paramontar uma chapa competitiva.Apesar de ter confirmado a sua saída do PT, a senadora Marina Silva só deve registrar a filiação ao PV durante um encontro nacional do partido, marcado para o próximo dia 30 de agosto, em São Paulo.
Fonte: Correio Braziliense
Lula diz que não vê o partido sangrar

Depois de defender publicamente o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ao longo dos últimos meses, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, minimizou a crise que esse apoio provocou dentro do PT. Durante entrevista coletiva concedida a quatro rádios do Rio Grande do Norte, minutos antes de seguir para Ipanguaçu, a 220km de Natal, na região central do estado, onde inaugurou sete câmpus do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Lula garantiu: “Não vejo crise no PT”.E acrescentou: sua amizade com a senadora Marina Silva (AC), que anunciou desligamento da legenda na última quarta-feira, é “superior à relação partidária” e não será abalada pela decisão tomada pela ex-ministra do Meio Ambiente.
“Conheço a Marina há 30 anos. Ela foi minha ministra até quando quis, saiu porque pediu demissão. Se a pessoa quer sair de um partido, se não está confortável, é um direito da pessoa. E se ela quis fazer uma opção e não me procurou para conversar, é porque estava com a opção feita”, analisou.Lula vê com a mesma tranquilidade a atitude do senador Flávio Arns (PR), que anunciou a intenção de deixar o partido em função da posição do PT a favor de José Sarney. “Ele é um companheiro que tem os seus valores, mas sempre foi muito encrencado com o PT”, avaliou. “Se ele quiser sair, sai também. Mas o PT continua forte e com muitas possibilidades.”“Muita fumaça”O presidente Lula se disse “otimista” de que a crise política e a sucessão de escândalos de corrupção terão fim no país. Repetindo discurso que já havia feito em outras ocasiões, afirmou que a corrupção só aparece na imprensa quando está sendo combatida. “Quando se coloca a Polícia Federal para fazer a investigação, quando existe um Ministério Público com a liberdade que se tem no Brasil, quando há uma Controladoria-Geral da República que fiscaliza todo o dinheiro federal espalhado pelo país, as coisas começam a aparecer”, justificou.
Lula ainda recomendou cuidado com pré-julgamentos ao dizer que às vezes os escândalos envolvem “muita fumaça e pouco fogo”. E alertou para o que considera um erro comum no país: a condenação antecipada de pessoas por meio de manchetes de jornais.O presidente defendeu reformas para melhorar a política brasileira. “Como é que a gente vai mudar isso sem que haja uma reforma política dura? Ela está lá no Congresso para ser votada. Deus queira que eles (deputados e senadores) tirem da gaveta e votem.”Diante da plateia da inauguração, Lula até atacou os adversários, mas preferiu se concentrar nos avanços de governo. “A oposição é pior que doença. Estou em uma fase em que os cães ladram, a caravana passa e eu tenho que governar este país”, discursou. Aclamado diversas vezes, o presidente enfatizou os resultados do Prouni (que deve alcançar 700 mil pessoas até o próximo ano) e a construção de 214 escolas técnicas e de 12 novas universidades.Ele revelou ter uma motivação pessoal nesses investimentos. “Eu e o José Alencar somos, talvez, na história do mundo, os primeiros presidente e vice-presidente que não têm diploma universitário”. E completou, em tom de brincadeira: “Se eu me invocar, quando deixar a Presidência, vou me candidatar a uma vaga no Prouni para ficar igual a vocês”.
Fonte: Correio Braziliense
“Conheço a Marina há 30 anos. Ela foi minha ministra até quando quis, saiu porque pediu demissão. Se a pessoa quer sair de um partido, se não está confortável, é um direito da pessoa. E se ela quis fazer uma opção e não me procurou para conversar, é porque estava com a opção feita”, analisou.Lula vê com a mesma tranquilidade a atitude do senador Flávio Arns (PR), que anunciou a intenção de deixar o partido em função da posição do PT a favor de José Sarney. “Ele é um companheiro que tem os seus valores, mas sempre foi muito encrencado com o PT”, avaliou. “Se ele quiser sair, sai também. Mas o PT continua forte e com muitas possibilidades.”“Muita fumaça”O presidente Lula se disse “otimista” de que a crise política e a sucessão de escândalos de corrupção terão fim no país. Repetindo discurso que já havia feito em outras ocasiões, afirmou que a corrupção só aparece na imprensa quando está sendo combatida. “Quando se coloca a Polícia Federal para fazer a investigação, quando existe um Ministério Público com a liberdade que se tem no Brasil, quando há uma Controladoria-Geral da República que fiscaliza todo o dinheiro federal espalhado pelo país, as coisas começam a aparecer”, justificou.
Lula ainda recomendou cuidado com pré-julgamentos ao dizer que às vezes os escândalos envolvem “muita fumaça e pouco fogo”. E alertou para o que considera um erro comum no país: a condenação antecipada de pessoas por meio de manchetes de jornais.O presidente defendeu reformas para melhorar a política brasileira. “Como é que a gente vai mudar isso sem que haja uma reforma política dura? Ela está lá no Congresso para ser votada. Deus queira que eles (deputados e senadores) tirem da gaveta e votem.”Diante da plateia da inauguração, Lula até atacou os adversários, mas preferiu se concentrar nos avanços de governo. “A oposição é pior que doença. Estou em uma fase em que os cães ladram, a caravana passa e eu tenho que governar este país”, discursou. Aclamado diversas vezes, o presidente enfatizou os resultados do Prouni (que deve alcançar 700 mil pessoas até o próximo ano) e a construção de 214 escolas técnicas e de 12 novas universidades.Ele revelou ter uma motivação pessoal nesses investimentos. “Eu e o José Alencar somos, talvez, na história do mundo, os primeiros presidente e vice-presidente que não têm diploma universitário”. E completou, em tom de brincadeira: “Se eu me invocar, quando deixar a Presidência, vou me candidatar a uma vaga no Prouni para ficar igual a vocês”.
Fonte: Correio Braziliense
Mercadante desiste de abandonar liderança do PT

O senador Aloizio Mercadante chegou ao Senado na manhã desta sexta uma hora depois do que havia anunciado. Por volta de 10h30 fez um discurso em que exaltou sua história no Partido dos Trabalhadores e leu uma carta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ele pedia sua permanênia na liderança do PT.
"Mais uma vez o presidente me coloca em uma posição em que não posso dizer não", disse Mercadante. E atribuindo ao pedido do presidente, o senador então anunciou sua desistência de reuninciar à liderança do partido.O discurso foi assistido por apenas 5 senadores.
Fonte: Correio Braziliense
"Mais uma vez o presidente me coloca em uma posição em que não posso dizer não", disse Mercadante. E atribuindo ao pedido do presidente, o senador então anunciou sua desistência de reuninciar à liderança do partido.O discurso foi assistido por apenas 5 senadores.
Fonte: Correio Braziliense
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Isaac comemora implantação de Unidade Cardiovascular em Jequié
Em novembro do ano passado, o deputado estadual Isaac Cunha apresentou Indicação ao governador Jaques Wagner e ao secretário estadual de Saúde, Dr. Jorge Solla, solicitando novos serviços e assistência em alta complexidade médica para o Hospital Prado Valadares (HGPV). O pedido de Isaac se baseou em estudo de profissionais de Saúde que atuam na região e na direção do hospital, com a qual o deputado dialoga permanentemente em busca de melhorias na área de Saúde.
Por isso, o deputado comemorou junto com os profissionais da área e toda a comunidade de Jequié e região a aprovação, por unanimidade, do projeto de implantação da Unidade de Assistência de Alta Complexidade Cardiovascular do HGPV pelo Conselho Municipal de Saúde. A Unidade Cardiovascular foi objeto de Indicação de Isaac, juntamente com os serviços de Neurocirurgia e Hemodinâmica.
Em discurso na Assembléia Legislativa, Isaac ressaltou a conquista do povo de Jequié na área de Saúde, elogiou a atuação do diretor do hospital, Dr. Gilmar Vasconcelos e dos médicos Luíz Cláudio Resende e Márcio Archanjo, responsáveis pela elaboração do projeto da unidade, que agora segue para apreciação no Colegiado Gestor Microrregião (CGM).
Segundo dados de 2007 do Ministério da Saúde (MS), uma pessoa que mora em Jequié tem 25% mais chances de morrer por doenças do aparelho circulatório do que quem mora em Salvador, sobretudo pela falta dos serviços específicos.
O deputado acusou os governos anteriores de descaso: “A emergência do Hospital que atende a população de Jequié e região não tinha uma grande reforma há mais de 20 anos”. E exaltou as conquistas da população com o Governo Wagner: “A reforma da emergência deve acontecer nos próximos dias. Já estão providenciados o tomógrafo e os equipamentos de hemodinâmica e mamografia. Em andamento a implantação do Serviço de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, a construção de novo bloco cirúrgico e a ampliação das unidades de internação. O Prado Valadares é prioridade para nosso governo!”.
Isaac parabenizou a direção do HGPV também por investir em capacitação dos seus profissionais, como as iniciativas recentes em cuidados a recém nascidos em sala de parto, a prevenção contra HIV e Sífilis, além de participação de membro da equipe do hospital em curso de vigilância epidemiológica patrocinado pelo MS.
Por isso, o deputado comemorou junto com os profissionais da área e toda a comunidade de Jequié e região a aprovação, por unanimidade, do projeto de implantação da Unidade de Assistência de Alta Complexidade Cardiovascular do HGPV pelo Conselho Municipal de Saúde. A Unidade Cardiovascular foi objeto de Indicação de Isaac, juntamente com os serviços de Neurocirurgia e Hemodinâmica.
Em discurso na Assembléia Legislativa, Isaac ressaltou a conquista do povo de Jequié na área de Saúde, elogiou a atuação do diretor do hospital, Dr. Gilmar Vasconcelos e dos médicos Luíz Cláudio Resende e Márcio Archanjo, responsáveis pela elaboração do projeto da unidade, que agora segue para apreciação no Colegiado Gestor Microrregião (CGM).
Segundo dados de 2007 do Ministério da Saúde (MS), uma pessoa que mora em Jequié tem 25% mais chances de morrer por doenças do aparelho circulatório do que quem mora em Salvador, sobretudo pela falta dos serviços específicos.
O deputado acusou os governos anteriores de descaso: “A emergência do Hospital que atende a população de Jequié e região não tinha uma grande reforma há mais de 20 anos”. E exaltou as conquistas da população com o Governo Wagner: “A reforma da emergência deve acontecer nos próximos dias. Já estão providenciados o tomógrafo e os equipamentos de hemodinâmica e mamografia. Em andamento a implantação do Serviço de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, a construção de novo bloco cirúrgico e a ampliação das unidades de internação. O Prado Valadares é prioridade para nosso governo!”.
Isaac parabenizou a direção do HGPV também por investir em capacitação dos seus profissionais, como as iniciativas recentes em cuidados a recém nascidos em sala de parto, a prevenção contra HIV e Sífilis, além de participação de membro da equipe do hospital em curso de vigilância epidemiológica patrocinado pelo MS.
Comissão de Educação da Câmara dá parecer favorável ao projeto de Lídice de transferência simbólica da Capital do país
A Comissão de Educação e Cultura da Câmara aprovou o parecer do deputado professor Ruy Pauletti, favorável ao projeto de Lei da deputada Lídice da Mata (PSB), que dispõe sobre a transferência simbólica da capital do País para Porto Seguro, todos os anos, no dia 22 de abril. A proposição da deputada agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça.
De acordo com o parecer do relator, a transferência simbólica da Capital da República Federativa do Brasil para o município de Porto Seguro se insere no esforço de valorização da nossa história e resgate da memória nacional como instrumento de afirmação da cidadania e de valorização da identidade cultural brasileira.
Segundo ainda o relator “Se a Carta de Pero Vaz de Caminha representa a certidão de nascimento do Brasil, como querem alguns historiadores, Porto Seguro seria o berço de nossa civilização. Uma civilização mestiça, marcada por forte miscigenação racial de índios, brancos e negros, moldada em mais de quinhentos anos de História”
Para a deputada Lídice da Mata a transferência da capital do país para Porto Seguro é importante para resgatar a história nacional, notadamente a de nossos primeiros habitantes nativos indígenas oferecendo destaque à diversidade étnica e cultural que formou e forma a Nação Brasileira.
De acordo com o parecer do relator, a transferência simbólica da Capital da República Federativa do Brasil para o município de Porto Seguro se insere no esforço de valorização da nossa história e resgate da memória nacional como instrumento de afirmação da cidadania e de valorização da identidade cultural brasileira.
Segundo ainda o relator “Se a Carta de Pero Vaz de Caminha representa a certidão de nascimento do Brasil, como querem alguns historiadores, Porto Seguro seria o berço de nossa civilização. Uma civilização mestiça, marcada por forte miscigenação racial de índios, brancos e negros, moldada em mais de quinhentos anos de História”
Para a deputada Lídice da Mata a transferência da capital do país para Porto Seguro é importante para resgatar a história nacional, notadamente a de nossos primeiros habitantes nativos indígenas oferecendo destaque à diversidade étnica e cultural que formou e forma a Nação Brasileira.
Waldenor diz que Oposição faz discurso conforme a plateia
A oposição na Assembleia Legislativa faz discurso contraditório para a agradar a plateia, acusou o líder do Governo, Waldenor Pereira, na sessão plenária de hoje (18/08), observando que ao mesmo tempo em que reclama que o governo estaria gastando mais com a folha de pessoal do que arrecada do ICMS- Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços-, sai em defesa de aumentos salariais.
O líder criticou principalmente a postura do oposicionista Carlos Gaban, que aproveitando a presença de policiais militares nas galerias, defendeu o aumento dos soldos no mesmo discurso em que criticou os gastos com a folha estadual. “Isso é no mínimo contraditório”, repetiu.
Na defesa do Governo Jaques Wagner, Waldenor Pereira apresentou avanços “inegáveis e significativos”, citando a contratação de 3 mil 200 policiais militares concursados durante a administração anterior, a abertura de concurso para contratação de mais 3 mil 200, as melhorias salariais asseguradas à categoria no último plano de carreira e a aquisição de 546 veículos, coletes a prova de bala, armamentos modernos, instalação de centrais de comunicação, entre outros.
Ele enfatizou que a política salarial é o principal desafio do atual governo, que herdou um quadro crítico de salários dos servidores aviltados . No caso dos policiais militares, lembrou, 70% do efetivo recebia salário base abaixo do salário mínimo, uma inconstitucionalidade que vinha sendo praticada e que agora não existe mais. “Não podemos deixar de reconhecer os avanços do Governo Jaques Wagner, os passos largos que vem dando na perspectiva de melhorar”, defendeu.
O líder criticou principalmente a postura do oposicionista Carlos Gaban, que aproveitando a presença de policiais militares nas galerias, defendeu o aumento dos soldos no mesmo discurso em que criticou os gastos com a folha estadual. “Isso é no mínimo contraditório”, repetiu.
Na defesa do Governo Jaques Wagner, Waldenor Pereira apresentou avanços “inegáveis e significativos”, citando a contratação de 3 mil 200 policiais militares concursados durante a administração anterior, a abertura de concurso para contratação de mais 3 mil 200, as melhorias salariais asseguradas à categoria no último plano de carreira e a aquisição de 546 veículos, coletes a prova de bala, armamentos modernos, instalação de centrais de comunicação, entre outros.
Ele enfatizou que a política salarial é o principal desafio do atual governo, que herdou um quadro crítico de salários dos servidores aviltados . No caso dos policiais militares, lembrou, 70% do efetivo recebia salário base abaixo do salário mínimo, uma inconstitucionalidade que vinha sendo praticada e que agora não existe mais. “Não podemos deixar de reconhecer os avanços do Governo Jaques Wagner, os passos largos que vem dando na perspectiva de melhorar”, defendeu.
Presidente do PT rebate PMDB e DEM
O presidente estadual do PT, Jonas Paulo, chamou de “estranha coincidência” a reação do PMDB e do DEM ao processo de recomposição do Governo do Estado. “O que parece incomodá-los, além do clima democrático nas relações políticas, é o sucesso da movimentação que consolida a base dos governos Lula e Wagner no estado e materializa a frente política para 2010”, disse o dirigente.
Ele atribuiu a capacidade de aglutinação ao projeto nacional liderado pelo presidente Lula, cujo timoneiro na Bahia, ressalta, é o governador Jaques Wagner. “Acabou-se o tempo do dinheiro numa mão e o chicote na outra. Quem se arvorar a usar um dos instrumentos hoje, pagará um preço caro, porque os baianos reconhecem o Governo Wagner como divisor de águas que agrega forças progressistas, isolando, do outro lado, os velhos esquemas políticos oligárquicos regidos pela consangüinidade”, afirmou Jonas Paulo.
Ele atribuiu a capacidade de aglutinação ao projeto nacional liderado pelo presidente Lula, cujo timoneiro na Bahia, ressalta, é o governador Jaques Wagner. “Acabou-se o tempo do dinheiro numa mão e o chicote na outra. Quem se arvorar a usar um dos instrumentos hoje, pagará um preço caro, porque os baianos reconhecem o Governo Wagner como divisor de águas que agrega forças progressistas, isolando, do outro lado, os velhos esquemas políticos oligárquicos regidos pela consangüinidade”, afirmou Jonas Paulo.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
ACM Neto critica "fisiologismo puro" de Jaques Wagner
O deputado ACM Neto (DEM) lamentou hoje (dia 17) o “loteamento político” dos cargos do estado levado a cabo pelo governador Jaques Wagner (PT). Neto lembrou que, nos governos de Antonio Carlos Magalhães, César Borges e Paulo Souto, do extinto PFL e hoje DEM, sempre se levou em conta os aspectos técnicos na hora da escolha dos secretários, mesmo nos quadros indicados pelos partidos. “Hoje o que vemos é o fisiologismo puro, na forma mais mesquinha e barata que pode existir. O governo é do senhor Jaques Wagner, mas a Bahia é dos baianos, e, como deputado, tenho a obrigação de dizer isso em defesa dos baianos”, disse o democrata.Neto voltou a dizer que o governo Wagner vai piorar com a escolha dos novos secretários. “Está se discutindo é a que partido pertence esse ou aquele quadro, e não o currículo dos pretendentes a secretário ou cargos de segundo e terceiro escalões. O que é uma pena pois mostra que o governador Jaques Wagner pensa mais no seu projeto de reeleição do que em tentar salvar alguma coisa do seu desastroso, ineficiente, inoperante e incompetente governo”, criticou o parlamentar. “O governador deveria estar preocupado em salvar o resto do mandato que lhe resta. Não estou fazendo crítica pessoal pontual a quem quer que seja, mas sim ao método utilizado pelo governador”, acrescentou.
Sessão especial homenageia Caymmi na Câmara
O cantor e compositor baiano, Dorival Caymmi (1914-2008), foi homenageado na manhã desta segunda-feira (17), na Câmara Federal, em Brasília. A sessão especial, aberta com o Coral do Senado, que interpretou a canção Vatapá, de autoria do compositor baiano, foi proposta pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA).
A presidente das Voluntárias Sociais da Bahia e primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, representou o governador Jaques Wagner e também levou uma mensagem especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que destacou a iniciativa. “Caymmi foi e ainda é muito importante para a imagem da Bahia, pois retratou em suas canções as peculiaridades da nossa terra com uma riqueza cultural muito grande”, disse a primeira-dama.
Durante o discurso de homenagem, a deputada Lídice da Mata destacou a primeira homenagem feita a Caymmi, feita à época a em que era vereadora. “Naquela ocasião concedemos a Comenda Thomé de Souza ao compositor”, ressalta.
A parlamentar ainda fez a leitura de textos que evidenciaram a trajetória de Caymmi, escritos por diferentes autores como os jornalistas Claudio Leal e João Carlos Teixeira Gomes, além de Antonio Risério e Stella Caymmi, neta do compositor.
Também presente à solenidade, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, afirmou que Caymmi contribuiu para que o estado se tornasse “um produto lítero-musical” no Brasil e no mundo. “Ele foi um músico interpretou a Bahia e que encantou a todos os que conheceram a sua obra”, disse.
Além dos baianos presentes, parlamentares de outros estados também evidenciaram a importância do artista que cantou o mar e a beleza do povo da “boa terra”. Mauro Benevides (PMDB-CE) afirmou que as mais de 100 composições de Caymmi foram todas musicalmente sofisticadas. Já Rodrigo Rolemberg (PSB-DF) disse que a obra do compositor baiano é eterna.
Também estiveram presentes na sessão especial, o chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schimidt e o diretor-geral do Irdeb, Póla Ribeiro. (Agecom)
A presidente das Voluntárias Sociais da Bahia e primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça, representou o governador Jaques Wagner e também levou uma mensagem especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que destacou a iniciativa. “Caymmi foi e ainda é muito importante para a imagem da Bahia, pois retratou em suas canções as peculiaridades da nossa terra com uma riqueza cultural muito grande”, disse a primeira-dama.
Durante o discurso de homenagem, a deputada Lídice da Mata destacou a primeira homenagem feita a Caymmi, feita à época a em que era vereadora. “Naquela ocasião concedemos a Comenda Thomé de Souza ao compositor”, ressalta.
A parlamentar ainda fez a leitura de textos que evidenciaram a trajetória de Caymmi, escritos por diferentes autores como os jornalistas Claudio Leal e João Carlos Teixeira Gomes, além de Antonio Risério e Stella Caymmi, neta do compositor.
Também presente à solenidade, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, afirmou que Caymmi contribuiu para que o estado se tornasse “um produto lítero-musical” no Brasil e no mundo. “Ele foi um músico interpretou a Bahia e que encantou a todos os que conheceram a sua obra”, disse.
Além dos baianos presentes, parlamentares de outros estados também evidenciaram a importância do artista que cantou o mar e a beleza do povo da “boa terra”. Mauro Benevides (PMDB-CE) afirmou que as mais de 100 composições de Caymmi foram todas musicalmente sofisticadas. Já Rodrigo Rolemberg (PSB-DF) disse que a obra do compositor baiano é eterna.
Também estiveram presentes na sessão especial, o chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schimidt e o diretor-geral do Irdeb, Póla Ribeiro. (Agecom)
Jonas Paulo nega "guerra" por espaço no Governo
"Não há nenhuma guerra de ocupação de espaço no governo. A prioridade do PT continua sendo a atração dos aliados e a consolidação da base em torno da candidatura de Wagner", afirmou o presidente do PT na Bahia, Jonas Paulo.
Segundo ele, o processo de recomposição é de inteira responsabilidade do governador Jaques Wagner. "O governador tem dialogado com os presidentes dos partidos, buscando adequar os perfis das pastas aos objetivos de dinamização de áreas tão sensíveis e estratégicas para nossa economia, como as que definem as políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico, mineração, transporte e logística", disse o dirigente.
Jonas Paulo ainda comentou que é seu dever nesse momento, enquanto dirigente do PT, pautar a importância da consolidação da base de apoio de Lula e Wagner na Bahia para criar as condições da construção de uma ampla frente que represente o projeto nacional e o processo de mudança em curso no estado.
Segundo ele, o processo de recomposição é de inteira responsabilidade do governador Jaques Wagner. "O governador tem dialogado com os presidentes dos partidos, buscando adequar os perfis das pastas aos objetivos de dinamização de áreas tão sensíveis e estratégicas para nossa economia, como as que definem as políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico, mineração, transporte e logística", disse o dirigente.
Jonas Paulo ainda comentou que é seu dever nesse momento, enquanto dirigente do PT, pautar a importância da consolidação da base de apoio de Lula e Wagner na Bahia para criar as condições da construção de uma ampla frente que represente o projeto nacional e o processo de mudança em curso no estado.
Assinar:
Postagens (Atom)
