
Quem pensa que a epidemia que assolou a cidade maravilhosa no ano passado serviu de exemplo para os governantes, se engana. A prova disso são as constantes mortes divulgadas pela mídia e ou secretaria de saúde, tendo como causador dos óbitos, o mosquito da dengue.
É certo que a culpa não é só dos órgãos públicos, até porque, é inadmissível que seja preciso ordem da justiça para que os proprietários de imóveis facilitem a entrada dos agentes de endemias a esses locais. Está provado então, que todos ignoram a facilidade de reprodução do mosquito.
Recentemente, a morte de uma jovem de 17 anos, filha de um compositor e morador de um bairro nobre da capital baiana, foi manchete de primeira pagina em todos os jornais impressos e nas outras mídias. Mas há controvérsia: algumas manchetes davam a entender que por morar em um bairro de classe média alta, a morte da garota era um absurdo. Entretanto, outras chamadas levavam os leitores a refletirem sobre a real situação da população baiana – a de calamidade - mesmo porque o mosquito da dengue não escolhe cor e nem posição social.
É certo que a culpa não é só dos órgãos públicos, até porque, é inadmissível que seja preciso ordem da justiça para que os proprietários de imóveis facilitem a entrada dos agentes de endemias a esses locais. Está provado então, que todos ignoram a facilidade de reprodução do mosquito.
Recentemente, a morte de uma jovem de 17 anos, filha de um compositor e morador de um bairro nobre da capital baiana, foi manchete de primeira pagina em todos os jornais impressos e nas outras mídias. Mas há controvérsia: algumas manchetes davam a entender que por morar em um bairro de classe média alta, a morte da garota era um absurdo. Entretanto, outras chamadas levavam os leitores a refletirem sobre a real situação da população baiana – a de calamidade - mesmo porque o mosquito da dengue não escolhe cor e nem posição social.

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